Blog do Eduardo (Chuchu)


27/02/2011


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Escrito por Eduardo - Chuchu às 13h15
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13/02/2011


"O Brasil passou para a primeira divisão do FMI"

O Fundo Monetário Internacional acaba de anunciar uma de suas maiores reformas, com redistribuição das cotas de participação e aumento significativo do peso de países em desenvolvimento, em especial dos que compõem o BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), cuja atuação em conjunto reforçou o novo caráter multipolar do mundo pós-crise. "Com a reforma o Brasil passa para a primeira divisão do Fundo, e está entre os dez maiores em termos de cotas e poder de voto no FMI", destaca Paulo Nogueira Batista, lembrando que, quando a reforma for concluída, o país passará da atual 18ª posição para a 10ª, integrando o grupo central do Fundo.

 

Ao chegar ao Fundo Monetário Internacional em 2007 o economista Paulo Nogueira Batista se deparou com uma instituição bem diferente da atual. Naquele ano a crise que abalou, e ainda abala, as finanças no mundo era apenas um rumor, a liderança econômica dos Estados Unidos e Europa era incontestável, e o Fundo era tido por muitos como o algoz dos países em desenvolvimento, quase que exclusivamente seus únicos clientes.

 

Três anos depois a instituição acaba de anunciar uma de suas maiores reformas, com redistribuição das cotas de participação e aumento significativo do peso de países em desenvolvimento, em especial dos que compõem o BRIC (acrônimo para o grupo que inclui Brasil, Rússia, Índia e China), cuja atuação em conjunto reforçou o novo caráter multipolar do mundo pós-crise. "Com a reforma o Brasil passa para a primeira divisão do Fundo, e está entre os dez maiores em termos de cotas e poder de voto no FMI", destaca Nogueira Batista, lembrando que, quando a reforma for concluída, o país passará da atual 18a posição para a 10ª, integrando o grupo central do Fundo.

 

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Escrito por Eduardo - Chuchu às 20h38
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Cesare Battisti - "Por que tudo isso comigo?"

Em entrevista à ISTOÉ, Cesare Battisti fala de comunismo, guerrilha, arrependimento, inimigos, erros, perseguições e fugas

 

 

Por Luiza Villaméa

 

ISTOÉ - Como é ser o pivô de uma crise entre o Brasil e a Itália?

Cesare Battisti - Eu, sinceramente, não acredito que tudo isso esteja acontecendo.É enorme, é exagerado. Eu não sou essa pessoa tão importante. Sou um dos milhares de militantes italianos dos anos 1970. Sou um das centenas de militantes que se refugiaram no mundo inteiro, fugindo dos anos de chumbo da Itália. Por que tudo isso comigo?

 

ISTOÉ -O sr. teme que o Brasil volte atrás, por causa da reação forte da Itália?

Battisti - Não. A decisão do ministro Tarso Genro é bem fundamentada. Ele analisou todos os documentos. Não foi uma leitura superficial. E a perseguição política está provada nos documentos.Acho que o gesto do ministro Genro foi de coragem e de humanidade. A decisão é muito importante não só para mim, Cesare Battisti, mas para a humanidade. A Itália precisa reler a própria história. Nós estamos dando à nação italiana a possibilidade de reler sua história com serenidade, humanamente.

 

ISTOÉ - Junto com a reação italiana, reapareceu um antigo companheiro seu, Pietro Mutti, dizendo que o sr. participou da morte de um joalheiro e de um policial. O sr. matou estas pessoas?

Battisti - De jeito nenhum. Está muito longe da realidade. Na época desses assassinatos eu nem fazia mais parte dos PAC.

 

ISTOÉ - O sr. matou alguém?

Battisti - Eu nunca matei ninguém. Eu nunca fui um militante militar em nenhuma organização. Nem na Frente Ampla nem nos PAC, onde fiquei dois anos, entre 1976 e 1978. Saí dos PAC em maio de 1978, depois da morte de Aldo Moro (o ex-primeiro-ministro da Itália sequestrado e morto pelas Brigadas Vermelhas). Na época, milhares de militantes abandonaram os movimentos de luta armada. Foi um momento de debate muito importante na Itália.

 

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Escrito por Eduardo - Chuchu às 20h33
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“O futuro do Oriente Médio não pertencerá aos EUA”, diz embaixador iraniano no Brasil.

Pátria Latina

 

Em coletiva com blogueiros de Brasília, o Embaixador do Iran no Brasil,  Mohsen Shaterzadeh, analisou,  durante 3 horas,  o novo contexto político no Oriente Médio por ocasião do 32 aniversário da Revolução Iraniana e descartou a possibilidade de uma intervenção militar dos EUA para conter os processos de transformações políticas hoje em marcha na região. Para ele, os norte-americanos fizeram isto no passado mas hoje já não possuem mais força interior para isto e nem as massas árabes vão permitir. “Os  EUA  querem preservar um pedaço deste prestígio anterior, mas não conhecem o pensamento do povo, nem dos movimentos sociais. Por isso, não conseguem mais controlar. O futuro do Oriente Médio não pertencerá aos EUA”, declarou enfaticamente o diplomático  lembrando que hoje ,   há na região um confronto do povo com os ditadores e os EUA nunca estiveram ao lado do povo..

 

Libertação do Oriente Médio está próxima

 

A coletiva foi organizada em função da comemoração, neste 11 de fevereiro do 32 aniversário da Revolução Islâmica do Irã . “Em 1979  o Irã era um país pobre, dependente, sem ciência ou tecnologia.  Hoje nos desenvolvemos muito em tecnologia, na ciência espacial, a petroquímica, nanotecnologia e petróleo e gás. O crescimento em ciência e tecnologia do Iran é 11 vezes maior do que a média mundial”, declarou o embaixador iraniano, destacando a esperança de seu país de que o islamismo está despertando em toda aquela região e que muito em breve haverá “a libertação dos povos frente a  Israel e aos EUA”.

 

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Escrito por Eduardo - Chuchu às 20h23
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Nada será como antes no Oriente Médio

Reproduzo artigo de sociólogo Emir Sader, publicado no sítio Carta Maior:

 

Por duas fortes razões o Oriente Médio tornou-se um pilar da politica externa do império norteamericano: a necessidade estratégica do abastecimento de petróleo seguro e barato para os EUA, a Europa e o Japão, e a proteção a Israel – aliado fundamental dos EUA na região, cercado por países árabes.

 

Por isso o surgimento do nacionalismo árabe tornou-se um dos fantasmas mais assustadores para os EUA no mundo. Por um lado, pela nacionalização do petróleo pelos governos nacionalistas, afetando diretamente os interesses das gigantes do petróleo – norteamericanas ou europeias –, pela ideologia nacionalista e antimperialista que propagam – de que o egípcio Gamal Abder Nasser foi o principal expoente - e pela reivindicação da questão palestina.

 

A história contemporânea do Médio Oriente tem assim na guerra árabe-israelense de 1967 sua referência mais importante. A união dos governos árabes permitiu a retomada da reivindicação do direito ao Estado Palestino, que foi respondida por Israel com a invasão de novos territórios – inclusive do Egito -, com o apoio militar direto dos EUA.

 

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Escrito por Eduardo - Chuchu às 15h07
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A alegria do povo nas ruas do Egito e as incógnitas sobre o futuro

Hosni MubarakMultidões atravessaram a noite e amanheceram o dia hoje nas ruas e praças do Egito, em manifestações comemorativas de sua revolução que levou à derrubada do presidente Hosni Mubarak e da ditadura que ele, aliado às Forças Armadas, impôs com mão de ferro ao país nos últimos 30 anos. Exatamente os militares é que assumiram a transição política, cuja duração e futuro ainda não estão definidos. Assim, as próximas horas serão decisivas para se ter clareza quanto ao grau de mudanças e de reformas que trarão - ou não - um avanço político no Egito.

 

MubarakMultidões atravessaram a noite e amanheceram o dia hoje nas ruas e praças do Egito, agora em manifestações incontidas de alegria, com fogos e buzinaços em comemoração à queda do presidente Hosni Mubarak, seu algoz nos últimos 30 anos no comando de uma feroz ditadura na qual dividia o poder com os militares.

 

A renúncia do ditador consagrou a rebelião popular deflagrada 18 dias antes - a 25 de janeiro. Os egípcios, o povo na rua, fez a sua revolução, mas a situação do país e o futuro da democracia ainda são confusos, porque o poder foi assumido pelas Forças Armadas por um conselho militar liderado pelo ministro da Defesa. Os militares já detinham o poder em parceria com a ditadura pessoal de Mubarak.

 

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Escrito por Eduardo - Chuchu às 15h05
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Band censura a deputada Luiza Erundina

Reproduzo mensagem enviada pela assessoria da deputada federal Luiza Erundina. A denúncia é grave e merece ampla repercussão:

 

Veto ao interesse público e ao direito à informação

 

A produção do programa Manhã Bandeirantes, da Rádio Bandeirantes de São Paulo, agendou uma entrevista por telefone com a deputada Luiza Erundina para esta quarta-feira, 9 de fevereiro, às 10h30. A pauta seria o Projeto de Lei n° 55/2011, apresentado pela deputada Erundina na Câmara, que institui referendo popular obrigatório para a fixação dos vencimentos do Presidente da República e dos parlamentares.

 

O projeto é de notório interesse público visto que o reajuste de 62% nos subsídios dos parlamentares aprovado no final de 2010 foi implacavelmente criticado por grande parte da população brasileira e pela imprensa.

 

Inclusive, no dia anterior à entrevista com a deputada Luiza Erundina, o apresentador do programa Manhã Bandeirantes, José Luiz Datena, questionou a dificuldade para o reajuste do salário mínimo dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros enquanto que, o reajuste de 62% para os parlamentares foi votado e aprovado em caráter de urgência pela Casa, com voto da imensa maioria dos congressistas.

 

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Escrito por Eduardo - Chuchu às 14h57
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Caso Battisti: ficha demorou a cair para jornalões

"Tiveram alguma repercussão estas revelações da escritora Fred Vargas ao jornal O Estado de S. Paulo. Trata-se exatamente do que eu já informara em março de 2010"

 

Celso Lungaretti *

 

Tiveram alguma repercussão estas revelações da escritora Fred Vargas ao jornal O Estado de S. Paulo (Francesa vê fraude em processo que condenou Battisti):

 

"Uma suposta fraude nas procurações assinadas pelo ex-ativista Cesare Battisti estaria por trás de sua condenação à prisão perpétua pela Justiça da Itália. A acusação é feita pela historiadora, arqueóloga e escritora francesa Fred Vargas com base em documentos do processo, coletados ao longo dos últimos dez anos. Segundo ela, três procurações teriam sido fabricadas durante o autoexílio de Battisti para permitir que ele fosse representado em seus julgamentos.

 

O jornal O Estado de S. Paulo teve acesso aos documentos. Segundo a denúncia da escritora, Battisti teria deixado ao ex-companheiro de guerrilha Pietro Mutti, líder do grupo Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), folhas em branco assinadas em outubro de 1981 para serem usadas na eventualidade de um processo judicial. Esses papeis, de acordo com a escritora, teriam sido usados pelo procurador do caso, Armando Spataro, e pelos ex-advogados de Battisti, Guiseppe Pelazza e Gabrieli Fuga, para forjar procurações que viriam a ser usadas nos julgamentos, em 1982 e em 1990.

 

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Escrito por Eduardo - Chuchu às 14h54
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Comunicação e cultura em Paulo Freire: 30 anos depois

Hoje, a contribuição de Paulo Freire para o campo da comunicação é fonte de inspiração e referência. A situação, certamente, não era a mesma no final da década de 70. Embora reconhecido internacionalmente e estudado em várias disciplinas, seu pensamento era quase que totalmente ignorado nos estudos de comunicação, inclusive no Brasil.

 

Venício Lima*

 

Visitando a trabalho o sul da Índia, estado de Tamilnadu, no início de 2010, o professor de física da Universidade de Brasília, Amílcar Rabelo de Queiroz, deparou-se com uma situação reveladora. Em viagem para a região de Thanjavur conheceu um vilarejo pobre – Pattukkotta – que vive basicamente da pequena agricultura. Lá visitou uma escola de educação fundamental. Para facilitar sua apresentação e criar um clima amistoso, os colegas do Institute of Mathematical Sciences (IMSC), que com ele viajavam, informam aos professores da escola que Amílcar era brasileiro, da terra de Pelé. “Brasil? Pelé?”. Repetem várias vezes. De repente, um deles sorri e exclama: “ah, ah, Brasil, claro, terra de Freire, Paulo Freire!” E alcança na estante vários livros de um dos nossos maiores educadores, traduzido, estudado e reconhecido em todo o mundo.

 

Paulo Freire faleceu há quase 14 anos, em maio de 1997. Se estivesse vivo, completaria noventa anos em setembro. Sua obra, seu pensamento e sua ação deixaram marcas profundas em vários campos do conhecimento. Seu único ensaio especificamente sobre comunicação – Extensão ou Comunicação? – foi escrito no exílio chileno, em 1968, e publicado pela Editora Paz e Terra, no Brasil, em 1971.

 

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Escrito por Eduardo - Chuchu às 14h52
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Depois de cem anos, jornalistas de A Tarde fazem greve após demissão de repórter

Heliana Frazão Especial para o UOL Notícias Em Salvador

 

Pela primeira vez em praticamente cem anos de existência, o jornal “A Tarde” – um dos mais importantes da Bahia – enfrentou uma greve de jornalistas nesta quarta-feira (9). O movimento ocorreu em repúdio à demissão do repórter Aguirre Peixoto, de 23 anos, segundo o Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba), supostamente decorrente de pressão feita pelo setor imobiliário baiano. Cerca de 70 jornalistas cruzaram os braços e permaneceram na área externa do diário até o início da noite.

 

Durante muitos anos, “A Tarde” foi considerado o maior jornal das regiões Norte e Nordeste. Em setembro do ano passado, porém, perdeu a liderança local na vendagem para o concorrente “Correio”. Há rumores sobre a possível venda de “A Tarde” devido a problemas financeiros.

 

Peixoto, que havia sido contratado há um ano, após dois anos de estágio na empresa, tinha escrito duas reportagens contendo denúncias contra um parque tecnológico que seria construído na avenida Paralela, vetor de crescimento da cidade. As reportagens, respaldadas em denúncia do Ministério Público Federal, davam conta de que o empreendimento teria sido iniciado antes da liberação da licença ambiental.

 

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Escrito por Eduardo - Chuchu às 14h50
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Como o PiG fez “jornalismo de campanha” contra a Constituição

O jornalista Emiliano José acaba de lançar o livro Jornalismo de Campanha e a Constituição de 88, pela editora da Universidade Federal da Bahia e a Assembléia Legislativa. Com o rigor e a coragem de sempre, Emiliano disseca o papel nefando do PiG (*) na cobertura dos trabalhos para construir a Constituição de 1988.

Ao mesmo tempo, Emiliano mostra que a critica à Constituição era o agente para disseminar a ideologia neoliberal. O que não prestava na Constituição só tinha remédio na farmácia dos neoliberais.

 

O livro é uma extensão da tese de doutorado de Emiliano na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia. Começa com uma minuciosa analise dos governos brasileiros do regime militar para cá, até Fernando Henrique – o ápice do neoliberalismo e da relação “carnal” entre um presidente de República e o PiG.

 

“Estão até exagerando”, disse Fernando Henrique ao Mendonção, sobre os editoriais do PiG a favor da privatização dos telefones. (A Bahia de Emiliano sabe no que isso deu. Pegou fogo no computador da Oi, em Salvador e o sistema telefônico entrou em colapso irremediável)

 

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Escrito por Eduardo - Chuchu às 14h47
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Lobão assume que é picareta em entrevista

Lobão deu uma longa entrevista, publicada no Último Segundo, para falar de sua biografia lançada em livro. Lança algumas revelações interessantes sobre a indústria fonográfica brasileira, comenta alguns fatos pitorescos, como uma curiosa mania de perseguição associada a figura de Herbert Vianna, seu desafeto, e também confirma aquilo que todo mundo sabe, o fato da maioria das bandas de rock brasileiras dos anos 80 copiarem descaradamente bandas gringas. Mas o que realmente chama a atenção é sua confissão, Lobão assume que é um farsante. Nos anos 90, tal músico se destacou como um crítico mordaz da indústria fonográfica, fez violentos ataques ao jabá e aos artistas vendidos. Tudo jogo de cena, o que Lobão queria era entrar para o clube, depois que conseguiu, virou cordeirinho. O que mais me incomoda é o fato de ter admirado Lobão nessa fase, acreditei em seu teatro, e muitos amigos meus me acompanharam. Vejam os trechos abaixo, em que o Picaretão se entrega.  

 

"As pessoas pensam: “Esse cara deve ter sido um marginaleco na infância”. Não, eu era o mais careta do mundo, careta convicto, que caguetava maconheiro, fazia coisas horrorosas."

 

"Comecei a perceber que a indústria estava fadada a uma bomba-relógio. Não tinha um vilão ainda, as gravadoras começaram a ficar vilanizadas a partir da campanha para criminalizar o próprio consumidor pela pirataria. Não, agora eu vou fazer deles vilões".

 

"(...). Comecei a fazer táticas de guerrilha e a blefar pra caramba, porque “A Vida É Doce” não tinha vendido porra nenhuma. Falei que tinha vendido 50 mil cópias, não tinha vendido nem mil".

 

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Escrito por Eduardo - Chuchu às 14h45
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O dono do ninho

 

Leandro Fortes e Sergio Lirio

 

Aécio Neves acumula aliados e vitórias, enquanto Serra tenta manter-se à tona. Do resultado da disputa depende o futuro do PSDB e da oposição

 

A posse dos novos deputados federais e senadores, em 1º de fevereiro, marcou também o fim das férias da oposição. Iludiuse, porém, quem esperava a apresentação de uma agenda de contraposição ao governo Dilma Roussef. Em vez disso, a plateia assistiu a um bate-boca entre os grupos que disputam a hegemonia no PSDB e em seu satélite, o DEM. Alguns lances poderiam ser confundidos com brigas familiares no subúrbio, o que levou um gaiato e experiente senador a sugerir a CartaCapital que, por trás das cenas explícitas de descortesia, talvez esteja uma estratégia das legendas de se aproximar das massas.

 

Rodrigo Maia, presidente do DEM, chegou a comparar a situação atual de José Serra, derrotado nas eleições presidenciais do ano passado, à do ditador egípcio Hosni Mubarak: “O projeto presidencial de 2010 tem de entender que já passou e está como o governo do Egito: caiu e só falta desocupar o espaço”. Senador eleito por São Paulo e um dos poucos serristas que têm coragem de se expor, Aloysio Nunes Ferreira atacou a coleta de assinaturas de apoio à manutenção de Sérgio Guerra no comando do PSDB, cargo cobiçado por Serra: “É um método odioso para qualquer tipo de indicação partidária, ainda mais para o presidente nacional do partido”. Nunes Ferreira ainda desdenhou de Aécio ao dizer que sua candidatura à Presidência da República não era “natural” e que havia outros nomes.

 

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Escrito por Eduardo - Chuchu às 14h12
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METRÔ MAIS CARO DO MUNDO E A CORTINA DE FUMAÇA

 

 

 Hoje, os paulistanos estão sendo brindados com a notícia de aumento dos trens do metrô, um reajuste de 9,43%, que o tucano Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou ontem, passará a vigorar à partir de domingo 13/02. Desnecessário dizer, que o aumento é superior ao índice de inflação acumulado durante o ano indexados ao IPCA (Índices de Preços ao Consumidor) que foi de 6%.

 

Não precisa ser economista formado pela FEA-USP, para chegar a uma conclusão óbvia sobre o “xoque de jestão” - tucano, que sempre empurra a vara, além daquilo que ela já é, ou seja, aplicar uma aumento de 9,43% - quando o índice correto seria 6% - trata-se estelionato administrativo, uma vez que estão aplicando 3,43% acima da inflação do período.

 

Este blogueiro, especialista em nada, fez as continhas básicas e chegou à conclusão, que Alckmin e sua trupe, omitem da população que na verdade, não aplicaram só 3,43% acima da inflação, e sim 57,17% a mais que aquilo que deveriam aplicar. Isso é um jogo de números, pura cortina de fumaça.

 

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Escrito por Eduardo - Chuchu às 14h10
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TV DO GERALDO CORTA 150

 

Esse medíocre escriba sempre comenta com seus pares sobre o bônus dado a quem vota em tucano. O desemprego. Aliás, para o pobre que vota em tucano, porque o bacana, o bem nascido, aquele que tem conexões  com a camarilha, ah, esse se dá muito bem.

 

É o tal "capitalismo de patota" termo cunhado por importantes pensadores da atualidade, sobre os desmandos econcômicos da chamada Escola de Chicago, o bando de neoliberais produzidos por Milton Friedman, que, convidados por ditadores do mundo todo, iam correndo para desmantelar economias viáveis, e transformar em "livre mercado". Claro que esse Livre Mercado não é tão livre assim. É livre para os amigos do rei, que podem contar com corte de impostos e facilidades com o poder. Para o zé povinho, que precisa ralar para comprar um pão, ou para o pequeno comerciante, chicote neles.

 

Ou seja, capitalismo de meia dúzia. Só serve pra quem importa.

 

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Escrito por Eduardo - Chuchu às 14h07
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